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DSLR e Video: O problema da estabilidade

26 Ago

Quem já experimentou sabe. É impossível conseguir imagens estáveis de uma DSLR sem usar um qualquer tipo de acessório para dar estabilidade à máquina. Com ela na mão simplesmente não é possível. A partir daqui existem uma série de possibilidades, umas mais adequadas a umas situações, outras mais recomendadas em outras situações. A primeira opção e também a mais óbvia é o uso de um tripé. Sempre que a situação permitir, o tripé é a garantia da melhor qualidade de imagem…mas mesmo aqui é preciso diferenciar um tripé de fotografia e um tripé de video…e mais importante ainda, as respectivas cabeças. Os tripés de video têm geralmente uma construção mais robusta de forma a serem mais estáveis…da mesma forma que as cabeças são feitas de forma a permitir movimentos verticais e horizontais suaves e fluidos. Em baixo está o tripé que comprei recentemente, sendo um bom exemplo de um tripé de video de qualidade, sem ser exageradamente caro. Em relação a cabeças, neste momento uso a Manfrotto 501HDV mas espero comprar a 504HD em breve.

Manfrotto 546 B

Quando a situação não permite o uso de um tripé, seja pela falta de espaço ou por ser uma filmagem mais “on the move”, existem uma série de acessórios que podem ajudar. Marcas como a Zacuto, Redrock Micro, Cinevate e outras têm inúmeros suportes, sejam eles suportes de ombro ou outros mais portáteis. No entanto a minha opção recaiu por um monopé. Depois de experiências feitas com o meu monopé de fotografia, cheguei à conclusão que em conjunto com o LCDVF, é possível conseguir imagens bastante aceitáveis e que, se necessário, podem ser ainda um pouco corrigidas posteriormente na edição. Daí ter comprado também um tripé próprio para video, que oferece ainda mais estabilidade do que aquele que eu usava anteriormente.

Manfrotto 560 B

Um factor que influencia bastante na obtenção de imagens mais ou menos estáveis é a distância focal da lente. No caso das grande angulares, como por exemplo uma 24mm ou 35mm, é relativamente fácil conseguir uma imagem com pouca tremedeira. Já quando se está a usar uma 200mm ou superior, recomenda-se o uso de lentes com estabilização e mesmo assim é preciso ter o sangue mesmo muito frio :)

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LCDVF Viewfinder

16 Ago

Para variar um pouco, vou começar pela conclusão: É bom…é muito bom.

Equacionei durante algum tempo a compra do viewfinder da Zacuto mas nunca avancei devido ao seu elevado preço e ao uso esporádico que iria ter, visto que o video para mim é meramente uma curiosidade. Há uns tempos vi no mercado este LCDVF e assim que o descobri à venda em Portugal, resolvi avançar para a compra, ainda que um pouco escaldado pelo Hoodman Hoodloupe 3.0.

Felizmente este não tem nada a ver. Em primeiro lugar é um equipamento sólido, daqueles que não parecem que vão lixar-se na primeira vez que caírem ao chão :) …mas o mais importante é a forma impecável com que o LCDVF se fixa à máquina. Cola-se uma moldura metálica bem fina ao corpo da máquina e o viewfinder agarra-se à moldura através de magnetismo. O aumento de 200% da imagem do LCD também funciona muito bem…parece-me mesmo ser o ideal, pelo menos para LCDs de 3 polegadas. Existe em duas versões…a normal que serve na maioria das máquinas e a versão 3:2 que é especialmente desenhada para a Canon 550D e outros modelos com o mesmo formato de LCD.

Daqui a umas duas semanas volto aqui a falar dele, em conjunto com outro equipamento que espero usar num projecto em breve. Custa 139 euros na Colorfoto.

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Canon 135mm f/2 L

13 Ago

Eu sou um fã incondicional de lentes prime. Não apenas pela qualidade que normalmente têm mas especialmente porque acho que fazem o fotógrafo trabalhar mais na composição e assim obter melhores resultados a longo prazo. Quando mudei para a Canon, optei por comprar primeiro alguns zooms devido à versatilidade que estes me ofereciam para os diversos trabalhos que faço…mas aos poucos tenho vindo a construir a minha colecção de primes e há uns dias recebi a 135mm.

Esta objectiva é considerada unanimemente uma das melhores lentes que a Canon tem e alguns defendem mesmo ser a melhor. Vai assim juntar-se à 50mm e à 85mm no kit que uso nas minhas sessões fotográficas. Ainda não a utilizei em nenhuma ocasião mas não faltarão oportunidades. Falta a 35mm L :)

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ThinkTank Retrospective LC3

4 Ago

Assim que este saco foi lançado, eu sabia que ia comprá-lo…era exactamente o que eu procurava há algum tempo. Algo onde eu pudesse pôr algumas lentes e nada mais, com fácil acesso para as poder tirar rapidamente. A versão Lens Changer 3 deste saco é mesmo isso…basicamente é um saco com 3 compartimentos independentes onde se podem colocar 3 lentes, como por exemplo as que se encontram na imagem. Existe uma outra versão do saco onde também é possível colocar corpos mas este que comprei é só para lentes. Na versão só para lentes, existe igualmente um mais pequeno, apenas para duas objectivas. Para além dos 3 espaços para as lentes, existe apenas mais um na parte de trás para pequenos acessórios como cartões de memória ou outros pequenos objectos.

Uma das características que chamam a atenção é o que a ThinkTank chama basicamente de silenciador :) O saco fecha com velcro e já se sabe que quando se abre algo com velcro, faz bastante barulho. Então eles inventaram um sistema em que é possível tapar o velcro, para situações onde o barulho é inconveniente…como um casamento, por exemplo. A alça também é bastante confortável, mesmo com o peso de lentes grandes. Na parte traseira existe também uma capa para a chuva, à semelhança das outras ofertas da marca. A qualidade de construção e acabamentos é tipicamente ThinkTank ou seja, é dificil encontrar melhor.

Eu comprei este saco para usar nas sessões fotográficas que faço, visto que me permite levar apenas aquilo que vou usar e deixar o resto no carro. Acho que finalmente encontrei o que queria para este fim específico. 109 euros na JValles.

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Equipamento para a Namibia

18 Mai

Cada vez é mais complicado levar muito equipamento numa viagem, especialmente pelas restrições das companhias aéreas, que cada vez são maiores. Tendo isto em consideração, optei por levar o seguinte equipamento:

iPhone + pouca luz = pouca qualidade :)

Canon 1D Mark IV (duas unidades)
Canon 15mm Fisheye
Canon 17-40mm f/4 L
Canon 24-70mm f/2.8 L
Canon 70-200mm f/2.8 IS L
Tokina 300mm f/2.8
Kenko Pro 300 DG 1.4x

E porquê esta escolha? Bem…em relação à fisheye, foi uma decisão de última hora. Não tinha planos para a levar mas já que é pequena e que não ocupa muito espaço, pode vir a produzir 2 ou 3 fotos diferentes…e se não a usar, não há problema. A 17-40 vai ser útil em especial nas dunas de Sossusvlei, para aquelas imagens realmente wide. A 24-70 vai ser de certeza a lente principal para paisagem, provavelmente vai ocupar um dos corpos a maior parte do tempo. A 70-200 vai ocupar o outro corpo a maior parte do tempo, para enquadramentos mais fechados. Finalmente a 300mm vai ser especialmente útil no Parque Nacional Etosha, para fotografar a bicharada. Neste local o mais provável é que use a 300mm + conversor 1.4x num corpo e a 70-200 no outro.

Tudo isto dentro da mochila ThinkTank Airport Antidote (na imagem). Pela primeira vez em alguns anos vou levar uma mochila em vez de uma mala com rodas. Isto é devido ao limite de peso muito curto das companhias em que vou voar e uma mochila, especialmente sendo relativamente pequena como esta é, dá menos nas vistas e por isso a possibilidade de a pesarem é menor.

Em relação a acessórios, vou levar o tripé Induro com a cabeça Arca-Swiss, vou levar um monopé para me ajudar a fotografar de dentro do carro (especialmente em Etosha), alguns filtros (polarizadores e graduados neutros) e os inevitáveis cartões de memória.

Vai ser a estreia da Tokina 300mm que comprei propositadamente para esta viagem. Vou levar o conversor Kenko em vez do Canon porque apenas o Kenko é compatível com a Tokina.

E faltam 10 dias…

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