DHU 2010 Viseu: Video
30 Ago
Camera: Canon 1D Mark IV
Lentes: Canon 15mm Fisheye, Canon 50mm L, Canon 85mm L
LCDVF
Monopé
Rode Videomic
30 Ago
Camera: Canon 1D Mark IV
Lentes: Canon 15mm Fisheye, Canon 50mm L, Canon 85mm L
LCDVF
Monopé
Rode Videomic
26 Ago
Quem já experimentou sabe. É impossível conseguir imagens estáveis de uma DSLR sem usar um qualquer tipo de acessório para dar estabilidade à máquina. Com ela na mão simplesmente não é possível. A partir daqui existem uma série de possibilidades, umas mais adequadas a umas situações, outras mais recomendadas em outras situações. A primeira opção e também a mais óbvia é o uso de um tripé. Sempre que a situação permitir, o tripé é a garantia da melhor qualidade de imagem…mas mesmo aqui é preciso diferenciar um tripé de fotografia e um tripé de video…e mais importante ainda, as respectivas cabeças. Os tripés de video têm geralmente uma construção mais robusta de forma a serem mais estáveis…da mesma forma que as cabeças são feitas de forma a permitir movimentos verticais e horizontais suaves e fluidos. Em baixo está o tripé que comprei recentemente, sendo um bom exemplo de um tripé de video de qualidade, sem ser exageradamente caro. Em relação a cabeças, neste momento uso a Manfrotto 501HDV mas espero comprar a 504HD em breve.

Quando a situação não permite o uso de um tripé, seja pela falta de espaço ou por ser uma filmagem mais “on the move”, existem uma série de acessórios que podem ajudar. Marcas como a Zacuto, Redrock Micro, Cinevate e outras têm inúmeros suportes, sejam eles suportes de ombro ou outros mais portáteis. No entanto a minha opção recaiu por um monopé. Depois de experiências feitas com o meu monopé de fotografia, cheguei à conclusão que em conjunto com o LCDVF, é possível conseguir imagens bastante aceitáveis e que, se necessário, podem ser ainda um pouco corrigidas posteriormente na edição. Daí ter comprado também um tripé próprio para video, que oferece ainda mais estabilidade do que aquele que eu usava anteriormente.

Um factor que influencia bastante na obtenção de imagens mais ou menos estáveis é a distância focal da lente. No caso das grande angulares, como por exemplo uma 24mm ou 35mm, é relativamente fácil conseguir uma imagem com pouca tremedeira. Já quando se está a usar uma 200mm ou superior, recomenda-se o uso de lentes com estabilização e mesmo assim é preciso ter o sangue mesmo muito frio :)
16 Ago
Para variar um pouco, vou começar pela conclusão: É bom…é muito bom.
Equacionei durante algum tempo a compra do viewfinder da Zacuto mas nunca avancei devido ao seu elevado preço e ao uso esporádico que iria ter, visto que o video para mim é meramente uma curiosidade. Há uns tempos vi no mercado este LCDVF e assim que o descobri à venda em Portugal, resolvi avançar para a compra, ainda que um pouco escaldado pelo Hoodman Hoodloupe 3.0.

Felizmente este não tem nada a ver. Em primeiro lugar é um equipamento sólido, daqueles que não parecem que vão lixar-se na primeira vez que caírem ao chão :) …mas o mais importante é a forma impecável com que o LCDVF se fixa à máquina. Cola-se uma moldura metálica bem fina ao corpo da máquina e o viewfinder agarra-se à moldura através de magnetismo. O aumento de 200% da imagem do LCD também funciona muito bem…parece-me mesmo ser o ideal, pelo menos para LCDs de 3 polegadas. Existe em duas versões…a normal que serve na maioria das máquinas e a versão 3:2 que é especialmente desenhada para a Canon 550D e outros modelos com o mesmo formato de LCD.
Daqui a umas duas semanas volto aqui a falar dele, em conjunto com outro equipamento que espero usar num projecto em breve. Custa 139 euros na Colorfoto.
30 Out
Usar uma DSLR para fazer video tem as suas desvantagens…é preciso lidar com o facto de não terem sido feitas para filmar, o que faz com que sejam ergonomicamente difíceis de operar. Para ultrapassar isso, têm surgido inúmeros acessórios no mercado, dos quais é exemplo este Hoodman Hoodloupe 3.0. Como pode ser visto na imagem em baixo, ele facilita a utilização do LCD da câmera como visor, permitindo encostar a máquina ao olho e assim criar mais um ponto de contacto com o corpo para maior estabilidade da imagem. Ao mesmo tempo deveria supostamente ajudar a uma melhor focagem.

A ideia é boa mas para mim este equipamento não funciona. Na minha opinião o maior problema é a forma como o visor é colocado na máquina. A utilização de um fio de borracha (comprado separadamente) para segurar o Hoodloupe na câmera não resulta…ele pode até ficar no sítio certo durante 5 segundos mas basta usar um pouco a máquina e rapidamente sai do lugar…e é muito chato andar sempre a colocá-lo no sítio. Outro problema é a falta de conforto. O local onde se coloca o olho deveria ser mais suave de forma a poder encostar a máquina ao rosto sem que se torne incómodo passado algum tempo. Ao que parece a Hoodman já criou uma outra borracha mais confortável para substituir a que vem de origem…mas já chega tarde e não sei se é realmente melhor. Já em relação ao auxílio à focagem, sinceramente não sei se ajudará assim tanto ou não. Não sei porque não tive paciência suficiente para a usar o tempo necessário para ter uma ideia concreta.
Conclusão: Não é um acessório que eu vá usar…resta-me esperar pelo Z-Finder da Zacuto porque segundo dizem, esse sim é bom. Cá estarei para dizer o que penso assim que ele me chegue às mãos.
29 Out
Antes de mais vou tentar explicar o que é o Glidetrack HD para quem não conhece. A melhor forma que eu encontro para descrever este equipamento é uma espécie de carril que é montado num tripé ou colocado no chão, e que permite deslocar a câmera na horizontal e de uma forma suave e sem a máquina tremer.

E agora a minha primeira experiência. Resolvi ir até um dos meus sítios preferidos e usar o Glidetrack pela primeira vez. Apesar de já o ter há algum tempo, ainda não tinha tido a oportunidade de o testar. A primeira coisa a ter em atenção é o tamanho. A versão HD tem 1 metro de comprimento, o que o torna bastante chato de transportar e também algo pesado…ainda assim bem mais fácil do que transportar um sistema dolly tradicional. Outra coisa a ter em conta, e algo que me trouxe muitas dificuldades, é a estabilidade quando montado num tripé. O tripé tem que ser muito robusto e estável, coisa que o meu não era. Se não fôr, é mesmo muito difícil evitar trepidação do conjunto tripé + glidetrack quando se desloca a máquina e em especial quando esta se encontra nas extremidades. Finalmente, é difícil conseguir um movimento constante à mesma velocidade, sendo a nossa mão que desloca a câmera.
Todos os pequenos problemas que descrevi em cima não são culpa do Glidetrack. Acredito que com um bom tripé de video e com mais experiência no uso, esses problemas vão desaparecer e os resultados vão ser muito melhores…eu vou continuar a treinar. A verdade é que as imagens ficam com uma vida que imagens estáticas não têm.
O Glidetrack HD e outros de tamanhos diferentes podem ser comprados no site do fabricante e como vêm do Reino Unido, o preço é final…não é necessário pagar taxas ou impostos à chegada a Portugal.
E em baixo está o resultado do teste de hoje. Foi uma edição rápida e as condições de luz estavam péssimas. Eu já esperava isso devido à hora do dia mas foi a altura em que pude ir lá. Fica para depois algo com mais qualidade.
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